segunda-feira, 20 de agosto de 2018

...Convite: Forte São João...

Forte São João
Acrílica sobre Tela - 30x40
-Exposição de Pinturas 2018 da Escola Superior de Guerra

Convido a todos a prestigiar nossa exposição.
-Do dia 22/08 à 06/09, das 9h às 15h;
-Salão Nobre da ESG, segunda a quinta;
-Endereço: Avenida João Luiz Alves, Fortaleza de São João, Urca.

Deixo aqui uma mostra da arte que será exposta, porém, apenas uma palhinha, pois para ver em sua totalidade esperamos sua presença.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

...Olhos sob o Luar...

Olhos sob o Luar
Acrílica sobre Tela - 30x40
Vivo a admirar
Pedir e sonhar
Que meu doce luar
Mantenha este tempo sem fim
Um tempo só pra mim
Onde a dor não exista
E eu possa viver assim
Com meus Olhos sempre sob o Luar.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

...Brisa...




Voe bem alto, voe bem rápido, cruze os céus azuis e me leve, para o mais longe
Onde não se possa mais ver as nuvens, onde a noite seja uma lembrança

segunda-feira, 23 de julho de 2018

...O grito e o despertar...

Todos se reuniam
O cavalgar
O sonhar
A respiração demonstrava o nervosismo da palavra
De espadas na mão e uma voz no coração
Gritavam e corriam, avançando contra o inimigo
Nossa vontade era de fugir, mas a liberdade estava a proferir
Por um país melhor, pelo nosso lar
O sentimento pelo qual valia lutar
Corpos ao chão em um brandir de uma arma
Que vire uma canção este som
A voz do trovão
E de meio a esta confusão
Há aquele que grite
Liberdade ou morte
O som da minha sorte
Por um país melhor
Pelo ideal a se construir
Meu Brasil a surgir
A germinar uma nação
Onde viverá o meu coração.
Independência ou morte - Pedro Américo

Obs: Poema recitado pelo Vinícius num sarau em seu colégio.
Autoria de Thiago Ribeiro

segunda-feira, 16 de julho de 2018

...Lágrima de Prata...

Aquele que decifrar descobrirá a inspiração do poema.
Via o tempo passar, em seus passos, um olhar.
Naqueles dias que desejava viver apenas em seu sorriso.
Gostaria que o tempo voltasse, gostaria de te ver mais uma vez.
Pois entender o quão cruel é a vida é pensar que não a verei mais.
Pois milênios se passaram, e mesmo se um dia eu voltar a nascer, sei que seu sorriso acompanhará o meu pensar e desejar.
Rogava às estrelas por este momento que passou.
Rogava à lua pela volta do meu amor.
Que do céu, sei que olhara por mim.
Que do mar, seu lugar cantava uma canção.
A vida, o partir e o retornar.
Que reflete as ondas, o seu doce mar.
O céu torna a dizer que após a tempestade verei você. 
Esta lágrima que se torna cristal guarda lembranças de uma vida passada, a qual eu espero muitas vezes, sem mesmo esperar que o meu tempo, o seu tempo, um dia voltará.